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Uma vacina contra a Covid-19 inteiramente nacional vem sendo desenvolvida pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). A entidade trabalha em três projetos, cada um baseado em uma tecnologia. Os estudos ainda estão em fase inicial, em que os imunizantes são testados em animais. As informações são do Estadão. 

 

A expectativa é de que dois desses estudos sejam concluídos e encaminhados para registro no ano de 2022. Já o terceiro projeto deve ser concluído somente em 2023.

 

Os projetos da Fiocruz ocorrem paralelamente à produção em massa do imunizante da Universidade de Oxford, prevista para 2021. A Fundação é a entidade brasileira responsável pela produção e contribuição dos testes do imunizante. 

 

Conforme apurado pela reportagem do Estadão, o acordo firmado entre a Fiocruz e a farmacêutica britânica AstraZeneca prevê a transferência de tecnologia da vacina de Oxford, com início da produção em janeiro do ano que vem. Isso significa que o Brasil terá acesso à tecnologia e autonomia para continuar produzindo o imunizante. 

 

De acordo com a reportagem, a previsão da Fiocruz é de que a fabricação chegue a 210 milhões de doses em 2021. Ainda assim, a entidade defende que a importância de desenvolver novas tecnologias, sob o argumento de que há possibilidade dos projetos nacionais mostrarem resultados mais eficientes e com menos efeitos colaterais.

 

“O mundo tem sete bilhões de habitantes, quanto mais vacinas disponíveis tivermos, em diferentes plataformas, melhor”, explicou a vice-diretora de qualidade de Bio-Manguinhos/Fiocruz, Rosana Cuber à reportagem. “Essas vacinas não serão introduzidas agora, ainda estamos na fase de estudos pré-clínicos, em animais, mas são uma aposta de médio prazo.”

Fonte:Bahia Notícias
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